As Universidades e Escolas são edifícios de serviços com elevado consumo de recursos. Esses recursos são justificados, em grande parte, por custos associados à manutenção e reorganização espacial de salas de aula, cantinas, espaços desportivos, passando pela segurança ou gestão energética.
Em Portugal o sector do ensino tem sido marcado por fortes cortes orçamentais, obrigando à implementação de estratégias de redução de custos. Neste cenário, uma das questões que é abordada com mais frequência é relativa à gestão energética, onde faz sentido ponderar, por exemplo: O contrato de fornecimento de energia é o mais adequado? Quando se gasta em climatização por sala de aula? E por laboratório? Os diferentes departamentos têm o mesmo consumo energético associado? Qual são os equipamentos com maiores consumos? Qual o custo mensal de ter disponíveis 5 salas de estudo?
Neste sector, a área da gestão de serviços também tem particular relevância. A mensurização, controlo e avaliação da prestação de serviços são fundamentais para garantir as condições de conforto e segurança dos utentes (estudantes e funcionários), necessárias ao bom funcionamento dos establecimentos. 
A produtividade dos alunos está dependente das condições de conforto existentes e de uma distribuição espacial eficiente. Como tal, dever-se-ão implementar estratégias de melhoria (de space planning a processos de manutenção eficazes) que promovam a satisfação dos ocupantes, para que as organizações se foquem em exclusívo no seu Core Business - o Ensino.