Os profissionais da W.Space FM têm uma vasta experiência no sector hoteleiro, estando conscientes que este é um dos sectores com requisitos mais exigentes.
Estes requisitos são justificados pela importância de resolução de incidentes operacionais com a maior brevidade possível, com altos índices de exigência de qualidade de execução, garantindo o conforto dos clientes e mantendo o controlo dos custos operacionais. 
A gestão da energia é o segundo centro de custo do sector turístico e, como tal, merece especial atenção. A adopção de medidas de Eficiência Energética pressupõe a caracterização de perfis de consumo energético das instalações e a identificação de grandes grupos consumidores de energia. Só depois de fazer esta análise é possível delinear estratégias eficazes para optimizar o desempenho energético de uma instalação. Para que se identifiquem estas medidas é necessário perceber o perfil energético das instalações e fazer algumas perguntas, por exemplo: Qual o custo energético do sector HVAC? E de iluminação? Que equipamentos se podem utilizar para reduzir este consumo? Qual é o preço de climatizar o hall de entrada? Qual é a melhor estratégia de iluminação? O Chef deixou um equipamento ligado toda a noite? Qual é o custo de ter o ar condicionado dos quartos ligado 1 hora antes do check-in? Qual a melhor tarifa energética para o meu perfil de consumo? Compensa contratar uma camareira para trabalhar na lavandaria durante a noite? Existem espaços a ser climatizados sem ocupantes? Porque razão o chiller está com um rendimento de 30%?
É, também, fundamental que a gestão da prestação de serviços garanta que os contratos são adequados à operação e ao nível de exigência pretendida, que os mesmos são monitorizados e avaliados e que se criem estratégias de melhoria contínua. Neste âmbito há questões que se devem colocar, como: os contratos cumprem-se de acordo com níveis de serviço acordados - SLA's? Quais são os objectivos a médio-prazo definidos em termos de qualidade de execução, finanças, tempos de resposta para cada área de intervenção? Como são medidos e acompanhos os contratos de manutenção em vigor? 
As questões citadas acima são exemplos de recursos que estão presentes no dia-a-dia do sector hoteleiro e que representam elevados encargos financeiros, eventuais falhas na qualidade do serviço prestado ao cliente e que consomem o tempo útil dos departamentos (que deveriam apenas estar focados no seu objectivo operacional). Neste contexto, o Facility Management surge como instrumento de apoio à criação de estratégias de valor na potencialização das instalações e, consequente, ao incremento da qualidade do serviço hoteleiro prestado.